Não só a consciência deitada na almofada, absoluta como a coragem, fortim de olhos feitos, viram o cortiço de mel apodrecido. Grotesco homem desamparado sombreando o leito, peleja abdicando da noite no meio da estrada. De costas para a deusa sem terra, frio, calor, nem dardos nem pólvora seca. Sem grão miúdo, futuro presente jugo, rito passado irresistente. A semente que deu este fruto não abre caminho à posterior idade.
pegada digital transitória: fragmentos de escritos mais extensos [já publicados e no prelo], e breves comentários a textos com vozes ecoantes, seminais, inexplicabilis... Soraia Simões de Andrade