Admite-se reestruturar, fundir com outras forças de segurança, o SEF, ou seja, confirma-se, internamente, a muito custo a sua inabilidade. Desde a sala onde a tragédia acontece até à sala da AR, na qual a instituição presta contas via audição a Eduardo Cabrita, o estilo Kafka persiste. Estes acontecimentos extraordinários sem quaisquer razões, nexo, alimentam as bruacas. É pensar já numa primeira solução: botão de pânico. O MAI quer ser um insecto gigante a ver se pega. Está difícil.
EP 4 - Política da Arte em vez de Arte política: outro dos aspectos da morte da arte Para ouvir podem subscrever o Intempérie no SoundCloud ou no Spotify Inspirados pela “Carta a D’Alembert sobre os espectáculos” de Rousseau, tentamos explorar outro vector da morte da Arte, a sua instrumentalização enquanto parte da política de entretenimento que nos quer passivos a salivar perante o espectáculo da liberdade, da democracia e da suposta abundância. Método ancestral de nos reduzir à função de focas amestradas que batem palmas ou assinam em cruz um cheque em branco às elites políticas. Conversas anartísticas e profundamente comprometidas com os estados dos espíritos ou Um espaço de crítica livre sobre os infortúnios da história cultural e das artes com Elagabal Aurelius Keiser e Soraia Simões de Andrade com indicativo sonoro de Xana (Imagem do podcast sob Agathos Daimon, pintura de Elagabal Aurelius Keiser). Para quem nos quiser continuar a enviar eventuais perguntas, comentários ou suge...
Kafkiano mesmo.Sem dúvida.
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